Fala sério. Ninguém merece...
20 de abril de 2016
15 de abril de 2016
29 de março de 2016
Singularrnente plural
Não sei, não.
Mas acho que não vale a pena escrever qualquer coisa.
Faz tempo que meu achismo anda por aí. Do não valer a pena
escrever. Talvez nem pensar. Melhor passar café, comer qualquer coisa, ver TV.
Melhor deixar-se massificar de uma vez por todas.
E esquecer um pouco a primeira pessoa que anda por ai tão
singularmente plural.
12 de março de 2016
2 de março de 2016
Corpo & Linguagem
"Estamos na linguagem como em nosso corpo; nós a sentimos espontaneamente ultrapassando-a em direção a outros fins, tal como sentimos as nossas mãos e os nossos pés; percebemos a linguagem quando é o outro que a emprega, assim como percebemos os membros alheios. Existe a palavra vivida e á palavra encontrada. Mas nos dois casos isso se dá no curso de uma atividade, seja de mim sobre os outros, seja do outro sobre mim. A fala é um dado momento particular da ação e não se compreende fora dela. Sabemos que certos afásicos perdem a possibilidade de agir, de entender as situações, de manter relações normais com o sexo oposto. No seio dessa apraxia, a destruição da linguagem parece apenas o desmoronamento de uma das estruturas: a mais fina e mais aparente. E se a prosa não é senão o instrumento privilegiado de certa atividade, se só ao poeta cabe contemplar as palavras de maneira desinteressada, temos o direito de perguntar ao prosador antes de mais nada: com que finalidade você escreve? Em que empreendimento você se lançou e por que necessita ele do recurso à escrita?"
SARTRE, Jean-Paul. Que é a literatura? São Paulo: Ática, 2004, p. 19.
SARTRE, Jean-Paul. Que é a literatura? São Paulo: Ática, 2004, p. 19.
28 de fevereiro de 2016
27 de fevereiro de 2016
Quem disse que foto digital a gente não revela?
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