28 de fevereiro de 2016

Sim


Lembrança


27 de fevereiro de 2016

Quem disse que foto digital a gente não revela?


23 de fevereiro de 2016

Flagrante


22 de fevereiro de 2016

Bom lembrar





O poder é inevitável e nunca é inocente.
Toda relação, de algum modo, é marcada pelo poder.



Nós somos a nossa memória


21 de fevereiro de 2016

Bem assim



Oforeno


16 de fevereiro de 2016

Da melancolia


A melancolia é uma das formas mais acentuadas de uma dor suave; é um fenômeno psíquico muito complexo, e que, na esfera elevada, representa o mesmo que o prurido no baixo terreno das sensações tácteis.

É ela uma lenta e doce oscilação  entre prazeres e dores de origem psíquica, e pode apresentar-nos formas muito variadas, segundo a causa que a produz e a proporção diversa em que nela entram o prazer e a dor.

Nem todos são capazes de sentir a melancolia, a qual é uma forma elevada de emoção, inteiramente negada aos homens [...] ou de baixa hierarquia psíquica.
[...] Todos podem estar tristes, nem todos podem estar melancólicos.
Para que isso se dê, exigem-se muitas e diversas circunstâncias: exige-se muita sensibilidade, uma certa tendência para as coisas fantásticas, por vezes até uma paixão mórbida pelos ócios contemplativos.

A febre da ação e a petulante galhardia da saúde excluem quase sempre a capacidade de sermos melancólicos [...].

MANTEGAZZA, Paulo. O livro das melancolias. Lisboa: Santos & Vieira, s/d, p. 146/147.

14 de fevereiro de 2016

Na esquina