4 de dezembro de 2017

Sem jeito


3 de dezembro de 2017

Gratuidade


Mexo nas coisas passadas, passo os olhos pelas imagens, acho um fragmento, instante tomado ao chão, aonde teimava em nascer uma planta, que insistia em florescer só para ser pisoteada com indiferença pela nossa pressa.

9 de setembro de 2017

Então, mexendo nas pastas, eu


7 de setembro de 2017

Caderno de Arte


Genny Bleggi nasceu em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, no dia 30 de maio de 1926.  Hoje, aos 91 anos, continua explorando o mundo da arte, das formas, das cores, da vida, enfim. Com imensa sensibilidade, Genny coloca sua marca pessoal em tudo o que faz. Espanta-nos a fidelidade a um estilo inconfundivelmente seu. 
Explorando cores fortes distribuídas sobre um espaço que ela maneja com facilidade e independência, Genny renova as formas dos objetos que desenha. Nessa coleção, vão as imagens de um caderno desenhado com lápis de cor, canetas hidrográficas e giz de cera.
Acesso em: Caderno de Arte

22 de agosto de 2017

Descabelou-se. Parece


14 de agosto de 2017

Quem se lembra

Em que memória restaria perdido o arquivo do que fui um dia, quando acreditava que era, que seria, que poderia? 
Mas seria eu mesma?
Estranhamento. Mais nada.

13 de agosto de 2017

A Quarentona

Carta de uma leitora à Revista "A CIGARRA", 1915.

6 de agosto de 2017

Banco, vulcão e portal

Nem por isso é a China.

2 de agosto de 2017

Discretamente

Não. Não é a propósito de Cinderela.

30 de julho de 2017

Eu gosto de água


Buda

Buda. Olhando assim, em que se consegue pensar?

14 de julho de 2017

Quem disse?


8 de julho de 2017

É saber para onde se vai


24 de maio de 2017

A propósito da curiosidade

“A curiosidade é um vício que foi sendo, sucessivamente, estigmatizado pelo cristianismo, pela filosofia e mesmo por certa concepção da ciência. Curiosidade, futilidade. Contudo, a palavra me agrada, ela me sugere uma outra coisa: ela evoca a ‘inquietação’, o cuidado que temos com o que existe e poderia existir, um sentido agudo do real, mas que jamais se imobiliza diante dele, uma perspicácia por achar estranho e singular o que nos rodeia, certa obstinação por abrir mão do que é familiar e por olhar as mesmas coisas de outra maneira, um ardor por apreender o que se passa e o que passa, uma desenvoltura em relação às hierarquias tradicionais entre o importante e o essencial.”

Michel Foucault
Fonte: BN

14 de maio de 2017

Amo tanto! Um monte assim, ó!


27 de abril de 2017

In natura


24 de abril de 2017

Carbone

Segundo Lombroso, um bandido italiano

23 de abril de 2017

Acaso


16 de abril de 2017

Hakim Bey

"L’émergence du capitalisme produit un étrange effet sur l’amour romanesque. Je ne puis mieux l’exprimer qu’avec une image absurde: c’est comme si l’Etre Aimé était devenu le produit parfait, toujours désiré, toujours payé mais jamais vraiment consommé. L’auto-négation de l’amour romanesque s’harmonise parfaitement avec l’auto-négation du capitalisme. Loin de se contenter de moralité ou de chasteté, le capital exige la pénurie, pénurie de la production et du plaisir érotique. La religion, en interdisant la sexualité, a conféré une aura de prestige à l’abstinence. Le capitalisme occulte la sexualité et l’infuse de désespoir."
L' Amour-obsession . Hakim Bey

http://www.anarchisme-ontologique.net/

11 de abril de 2017

Céu de Lua