16 de janeiro de 2018

Então, a Bea cozinha...

...maravilhosamente bem.

Ovelha pensante, sim

"O homem é uma ovelha pensante. Crédulo e impulsivo, ele se precipita em direção a coisas que não vê e que não conhece. À mercê das ordens que recebe, ele se rebaixa ou se levanta, mergulha corpo e alma na multidão e deixe-se recobrir por ela até tornar-se irreconhecível." MOCOVICI, Serge. L’âge des foules. Un traité historique de psychologie des masses. : Les Éditions Complexe, 1985.

15 de janeiro de 2018

Estranhamente


14 de janeiro de 2018

Coisas de Cinderela


8 de janeiro de 2018

Olho grande. Só pode!


7 de janeiro de 2018

Reclames de Antigamente

O Cruzeiro, 1960, n. 0043

3 de janeiro de 2018

Ano Novo, dizem

Mas qual a novidade nisso?
Fala sério, tá?

31 de dezembro de 2017

Saudade do Gordo

Ele era desengonçado. Também não cheirava muito bem, mesmo quando, contrariado, tomava banho no tanque. Guloso, pensava em comida o tempo todo, assim como pensava em sair e passear. Gostava tanto de andar de automóvel que, se via um desconhecido qualquer abrir a porta do carro... entrava e sentava no banco da frente, esperando pelo passeio. Uma briga tirá-lo de dentro, desculpar-se. Enfim, era o Gordo. Amigo, carinhoso, incapaz de fazer o mal aos tais cerumanos.
Tanto tempo, Gordo, tanto tempo. Convivemos pouco, é verdade. Mas ele se lembrava de mim, fazia festa, chorava e uivava escandalosamente. Era uma festa. Gordo, que saudade de você! De seu amor desinteressado e puro. Gordo, nunca mais.

30 de dezembro de 2017

O Homem sem Qualidades

"Ele estava postado atrás de uma janela, e através do filtro verde-pálido do ar do jardim contemplava a rua pardacenta; há dez minutos contava com o relógio os automóveis, carruagens, bondes e os rostos de transeuntes embaciados pela distância, que cobriam a retina com um rápido redemoinho; avaliava as velocidades, os ângulos, as forças vivas das massas que passavam, que atraíam o olhar com a rapidez de um raio, prendiam-no, soltavam-no e, durante um tempo para o qual não existe medida, forçavam a atenção a resistir-lhes, desprender-se, saltar para o que viesse em seguida e jogar-se atrás dele; em suma, depois de calcular mentalmente por um momento, ele meteu o relógio no bolso, rindo, e constatou que estivera fazendo uma tolice."
MUSIL, Robert. O homem sem qualidades. Trad. Lya Luft e Carlos Abbenseth. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p. 11.

25 de dezembro de 2017

Lá mesmo


4 de dezembro de 2017

Sem jeito


3 de dezembro de 2017

Gratuidade


Mexo nas coisas passadas, passo os olhos pelas imagens, acho um fragmento, instante tomado ao chão, aonde teimava em nascer uma planta, que insistia em florescer só para ser pisoteada com indiferença pela nossa pressa.

9 de setembro de 2017

Então, mexendo nas pastas, eu


7 de setembro de 2017

Caderno de Arte


Genny Bleggi nasceu em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, no dia 30 de maio de 1926.  Hoje, aos 91 anos, continua explorando o mundo da arte, das formas, das cores, da vida, enfim. Com imensa sensibilidade, Genny coloca sua marca pessoal em tudo o que faz. Espanta-nos a fidelidade a um estilo inconfundivelmente seu. 
Explorando cores fortes distribuídas sobre um espaço que ela maneja com facilidade e independência, Genny renova as formas dos objetos que desenha. Nessa coleção, vão as imagens de um caderno desenhado com lápis de cor, canetas hidrográficas e giz de cera.
Acesso em: Caderno de Arte

22 de agosto de 2017

Descabelou-se. Parece


14 de agosto de 2017

Quem se lembra

Em que memória restaria perdido o arquivo do que fui um dia, quando acreditava que era, que seria, que poderia? 
Mas seria eu mesma?
Estranhamento. Mais nada.

13 de agosto de 2017

A Quarentona

Carta de uma leitora à Revista "A CIGARRA", 1915.

6 de agosto de 2017

Banco, vulcão e portal

Nem por isso é a China.

2 de agosto de 2017

Discretamente

Não. Não é a propósito de Cinderela.

30 de julho de 2017

Eu gosto de água