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7 de abril de 2026
16 de fevereiro de 2026
24 de janeiro de 2026
3 de agosto de 2025
6 de setembro de 2023
14 de maio de 2023
24 de dezembro de 2022
30 de janeiro de 2022
4 de dezembro de 2021
Por aí
Daí a gente olha a parede, depois se olha e o outro então inventa de tirar fotografia, assim, discretamente. Tá bom, Dudu, Stela em Estrela, RS.
10 de julho de 2021
9 de maio de 2021
31 de outubro de 2020
Paranapiacaba
Foi em Paranapiacaba, em meio ao nevoeiro mágico que criava, para a gente, todos aqueles efeitos especiais.
28 de setembro de 2020
22 de setembro de 2020
Primavera
Primavera, dizem.
Mas o inverno de 2020 será um pouco para sempre ou nunca mais. Porque, na coluna das perdas que se contabilizaram, nem todas as primaveras do mundo vão compensar tua despedida.
15 de abril de 2020
Essas coisas
Então, a gente olha para baixo, e enxerga uma coisa que pode ser um ovo ou um cogumelo. Daí inventa de parar e fotografar, enquanto pensa em como a vida pode ser maravilhosamente banal.
Absolutamente gratuita.
30 de março de 2020
29 de março de 2020
Do risco de ser muito preciso
A precisão encanta.
Mas um pouco sempre à custa do sacrifício do que não fica na mira do nosso foco.
Digo mesmo um pouco sempre. Contradizer-se é coerente nesses casos em que quanto mais se vê alguma coisa menos se percebe outras.
Enfim, coisas das gentes, das vidas, das sinas, dos enfins.
9 de junho de 2019
2 de maio de 2019
Tanto faz
Mas nem me lembro mais desse instante impensado. Quando foi? Quando terá sido? Não consulto o arquivo. Pouco importa a objetividade que a datação confere aos fatos. Importa eu. O azul e o rosa, contraste que não desafina. E a sinaleira que lá se chama farol, mas que assim nem dá pra ver se eu passava ou se passei.
Como tudo que vale muito, feito por nada.
Ah. Quer saber? Desconfia sempre das intenções. Em fotografia, elas são sempre traiçoeiras. Em fotografia, elas são sempre muito artificiais. Depois não vá ficar sem jeito, quanto te encontrares transformado em peça de presépio, olhando o nada, pacificamente bovino, quietinho, obediente, ainda que ruminando contrariedades. Não. Deixa assim mesmo. Por acaso, a objetiva fazendo o que quiser. O que mais importa é que este é um retrato meu. Porque eu estava lá, um pouco azul, um pouco rosa, um pouco desatenta. Sem saber até agora se o sinal estava ou não fechado pra mim. Mas, pra falar a verdade, tanto faz o sinal.
5 de abril de 2019
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