3 de junho de 2024

Desconstruções: Poéticas Visuais

Desconstruções é o convite para uma visita a paisagens urbanas de Porto Alegre e São Paulo, capturadas através da lente e da linguagem única da luz. Neste pequeno livro, convido você a explorar a interseção entre a fotografia e a palavra. É a imagem proposta como metáfora vivida, expressão de uma verdade que pode estar além das palavras.
As fotografias apresentadas neste livro são fruto da minha exploração visual nas cidades de Porto Alegre e São Paulo. Não são simples registros, mas desconstruções da realidade, com objetivo de buscar a essência das cidades através de espelhamentos nas vidraças, revelando espaços multiplicados na vastidão da paisagem urbana.
O título 
Desconstruções sugere não se tratar aqui da cidade em sua forma convencional. Antes, trata-se de como a cidade reflete a si mesma em suas superfícies, em como suas complexidades se multiplicam e se entrelaçam. Cada imagem é o fragmento de uma narrativa visual mais ampla, que convida os observadores a explorar as camadas que compõem a experiência urbana.
Espero que esta obra desperte em você o mesmo fascínio e a curiosidade que experimentei ao explorar as nuances das cidades através da lente da minha câmera. Que estas desconstruções fotográficas inspirem uma avaliação renovada pela complexidade e beleza inerentes à vida urbana.

Disponível em: AMAZON

2 de junho de 2024

Entre Palavras e Destinos: além da cotidianidade



"Entre Palavras e Destinos" é um livro que questiona nossas rotinas e a previsibilidade do cotidiano, convidando os leitores a explorarem os limites entre imaginação e realidade, o mundo real e o virtual, a vida e a morte. Através de três textos que mantêm entre si uma relação de complementaridade, exploram-se metáforas da vida e da literatura.

O primeiro conto, intitulado "A Metáfora", introduz os personagens Maria e João, cujas vidas se entrelaçam através da escrita e da criação literária. Confrontados com a destruição de seus livros por traças misteriosas, eles são forçados a assumirem identidades alternativas e a enfrentarem um mundo sem scripts predefinidos, mergulhando em uma dança de solidão e delírio.

Em seguida, o conto "A Espera" transporta o leitor para o Aeroporto de Porto Alegre, onde uma personagem anônima reflete sobre as tensões implicadas na fantasia da virtualidade e a realidade concreta, questionando as escolhas, as dúvidas e as tensões que um relacionamento afetivo oferece.

Por fim, "Nunca Mais", construído como prosa lírica, aborda a complexidade do amor e sua impotência diante da morte, revelando a luta solitária pela reconstrução de uma existência despedaçada. A escrita emerge como uma forma de resistência contra o esquecimento, buscando atribuir significado ao universo aparentemente indiferente e trágico.

Por meio de estilos narrativos distintos, os três textos exploram as fronteiras entre a imaginação e a realidade, convidando os leitores a refletirem sobre a condição humana e os destinos que tecemos através de nossas escolhas e, sobretudo, de nossas palavras. "Entre Palavras e Destinos" é um livro que questiona nossas rotinas e a previsibilidade do cotidiano, convidando os leitores a explorarem os limites entre imaginação e realidade, o mundo real e o virtual, a vida e a morte. Através de três textos que mantêm entre si uma relação de complementaridade, exploram-se metáforas da vida e da literatura. O primeiro conto, intitulado "A Metáfora", introduz os personagens Maria e João, cujas vidas se entrelaçam através da escrita e da criação literária. Confrontados com a destruição de seus livros por traças misteriosas, eles são forçados a assumirem identidades alternativas e a enfrentarem um mundo sem scripts predefinidos, mergulhando em uma dança de solidão e delírio.

Em seguida, o conto "A Espera" transporta o leitor para o Aeroporto de Porto Alegre, onde uma personagem anônima reflete sobre as tensões implicadas na fantasia da virtualidade e a realidade concreta, questionando as escolhas, as dúvidas e as tensões que um relacionamento afetivo oferece.
Por fim, "
Nunca Mais", construído como prosa lírica, aborda a complexidade do amor e sua impotência diante da morte, revelando a luta solitária pela reconstrução de uma existência despedaçada. A escrita emerge como uma forma de resistência contra o esquecimento, buscando atribuir significado ao universo aparentemente indiferente e trágico.


Por meio de estilos narrativos distintos, os três textos exploram as fronteiras entre a imaginação e a realidade, convidando os leitores a refletirem sobre a condição humana e os destinos que tecemos através de nossas escolhas e, sobretudo, de nossas palavras.

Disponível em: https://kdp.amazon.com/pt_BR/bookshel


6 de novembro de 2023

A Janela

 Sei que janelas abrem para fora. Dão a ver paisagens.

Mas também sei que janelas abrem para dentro, E dão a ver amados e amantes, verdades e mentiras, dias e noites. Saudades.

2 de setembro de 2023

Flagrante


Privilégio ser apenas eu a ver tanta coisa que ninguém mais percebe. Reflexos da cidade. A fotografia tomada bem naquele instante. Eu alheia à importância da causa em discussão. Alheia e alienada, olhando pela janela as luzes, o rio, os reflexos. E tudo ali fora gritava. Agitava-se na indiferença e na perplexidade do que existe por existir. Simplesmente. Porque tudo é gratuito. Inclusive eu e... quem mais?

17 de julho de 2023

Sedução

 Esses espaços em branco são tão sedutores. Postagens, diz. Eu sei. Sei o que é e para que serve. Mas quando aciono o "nova postagem" e aparece esta caixa em branco, sempre é tentador. Mesmo em dias assim, como esta segunda-feira fria e preguiçosa, quando só tenho a dizer isso ou pouco mais. 


15 de julho de 2023

10 de julho de 2023

Especulando

Sobre os misteriosos acessos do Oriente.

Vai saber...