18 de maio de 2022
Eu acho...
Todo mundo é contraditório. E também um tanto quanto complexo, uns mais que outros. Dito isso, não há como levar a coerência assim tão a sério. Eu acho...
11 de abril de 2022
10 de abril de 2022
Rien de rien
Disso não sei mais, M*. Aprendi a confiar na descrença. É um tipo de fé tão boa quanto a outra. Descobertas minhas: confiar na descrença, que é [bem] menos desgastante. Ah! Mas não me venha falar que sou insensível ou coisa que o valha. Todo ser humano tem fé, mas a de algumas pessoas simplesmente se sustenta de alguma coisa mais prosaica. Eu sei bem como é acreditar, e sei bem como é depois ver as coisas nas quais se acreditou assumirem outros contornos. É da vida. Não discuto. Fé, afinal, a gente sempre tem, ainda que seja no nada. O nada, afinal, é o Nada, ora! Rien de rien.
Ainda mais
Levo muito a sério isso de escrever. Dentre tantas incompetências que me definem, escrever também representa um esforço, porque há resistências a vencer: a preguiça, a ignorância, os erros, que são tantos. Escrever, como tudo mais, representa um esforço. A diferença é que aí encontro recompensas. Não na hora. Mas depois, bem depois. Porque tem horas que me releio e gosto do que encontro. É quando me vejo bem de longe, sem as anomalias e as tantas mazelas da vida vivida de perto pela gente mesmo. Não tenho lá muita tolerância comigo. Resumida a mim, ando cansada, ainda mais agora que você morreu.
3 de abril de 2022
31 de março de 2022
Fotografia
Porque se vai e se volta, mas nunca os mesmos que vão nem que retornam. Nunca é o mesmo lugar nem o mesmo segundo exatamente...
A não ser assim.
A não ser na fotografia.
Eternidades, etc.
29 de março de 2022
25 de março de 2022
22 de fevereiro de 2022
Inveja
E no percurso da história universal da infâmia, me deparo com essa figura e não resisto. Vai tinta, vai marca, vai foto, vai postagem. E penso no quão sossegada pode ser a idiotice.
Sim.
Pois é.
Que inveja me dá.
Dia de não sei
Porque duvidar é fundamental.
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