3 de abril de 2022
31 de março de 2022
Fotografia
Porque se vai e se volta, mas nunca os mesmos que vão nem que retornam. Nunca é o mesmo lugar nem o mesmo segundo exatamente...
A não ser assim.
A não ser na fotografia.
Eternidades, etc.
29 de março de 2022
25 de março de 2022
22 de fevereiro de 2022
Inveja
Sim.
Pois é.
Que inveja me dá.
Dia de não sei
Porque duvidar é fundamental.
30 de janeiro de 2022
28 de janeiro de 2022
Tudo muito estranho
Em que pese o lugar comum, insisto em escrever que o mundo está muito estranho. E, se não for o mundo, sou eu mesma que estou assim. De boa, porém. Loucura por loucura, a estranheza é um asilo, um refúgio para os desconcertantes e desconsertados. Sutilmente falando, é claro.
24 de dezembro de 2021
Feijões Mágicos
Quando joguei os feijões na terra, sabia que nasceriam. Não cuidei de enterrá-los com cuidado, para que houvesse conforto. Deixei por conta de sua maior ou menor vontade de viver. In struggle for life. Notei que brotaram. Raízes à mostra. Ainda assim, floriram. Distraída por uns dias, agora descubro, por debaixo das folhas, que há vagens. Terei feijões.
Paro e penso então que nada terão de rotineiros esses meus feijões. A um, que raramente integram meu cardápio, a dois, que estes não eram feijões comuns. Vieram de uma venda à beira da estrada, pois foram cultivados artesanalmente. Assim, penso que podem ser mágicos. Se forem, o pé vai crescer até depois das nuvens e quem subir pelo caule da gigantesca planta chegará ao tal castelo onde mora o gigante que é dono de um tesouro. Ah, sim, pois é a tal história dos feijões mágicos.
Então, quem sabe?
4 de dezembro de 2021
Por aí
Daí a gente olha a parede, depois se olha e o outro então inventa de tirar fotografia, assim, discretamente. Tá bom, Dudu, Stela em Estrela, RS.

