Créditos da foto à minha amiga muito amada, Aninha.
7 de abril de 2019
5 de abril de 2019
2 de abril de 2019
Saiu hoje em "Migalhas"
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Dizia:
"Tenho medo de que, mesmo depois de morto, me ponha, como Humberto de Campos, a escrever com a mão do Chico Xavier."
"Tenho medo de que, mesmo depois de morto, me ponha, como Humberto de Campos, a escrever com a mão do Chico Xavier."
Fonte: Migalhas n. 4.573 de 02 abril 2018
Imagem: Foto publicada na coleção "Nosso Século" (1980) da Editora Abril - volume relativo a 1910-1930, página 186. Fotógrafo desconhecido. Fonte: Wikipédia
Imagem: Foto publicada na coleção "Nosso Século" (1980) da Editora Abril - volume relativo a 1910-1930, página 186. Fotógrafo desconhecido. Fonte: Wikipédia
Nota: Para quem ainda não sabe, Chico Xavier foi processado pela família de Humberto de Campos por escrever uma série de obras em nome deste. O processo deu em nada. Afinal, o morto não teria direitos sobre obras publicadas depois de morto, e assim a família, naturalmente, não teria como "herdar" tais direitos... Divertida solução processual dada à lide.
Adoro o humor Lobatiano desta carta...
11 de março de 2019
9 de março de 2019
Ouviram do Ipiranga...
A propósito, o sujeito é "as margens plácidas".
Pense. Às vezes (mas nem sempre), pensar faz bem à saúde.
24 de fevereiro de 2019
Adoro almanaques!
10 de fevereiro de 2019
Chamava-se Feio
Eu conheci o Feio.
Tive o privilégio de estar com ele bem junto a mim. De acariciar seu pelo limpo e macio. De me comover com sua história que é a história das maldades humanas e das bondades também.
Porque felizmente alguém o salvou, acolheu, protegeu, amou e porque, apesar dos ferimentos que deixaram sequelas graves, Feio conseguiu ter uma vida digna até deixar esse mundo faz alguns dias.
Minha amiga Martina mandou-me esta foto.
Jamais vou me esquecer do Feio.
Do tanto de afeto que ele era capaz de dar a quem quer que fosse.
Do Feio ficam as saudades.
Tive o privilégio de estar com ele bem junto a mim. De acariciar seu pelo limpo e macio. De me comover com sua história que é a história das maldades humanas e das bondades também.
Porque felizmente alguém o salvou, acolheu, protegeu, amou e porque, apesar dos ferimentos que deixaram sequelas graves, Feio conseguiu ter uma vida digna até deixar esse mundo faz alguns dias.
Minha amiga Martina mandou-me esta foto.
Jamais vou me esquecer do Feio.
Do tanto de afeto que ele era capaz de dar a quem quer que fosse.
Do Feio ficam as saudades.
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