Segundo Lombroso, um bandido italiano
16 de abril de 2017
Hakim Bey
"L’émergence du capitalisme produit un étrange effet
sur l’amour romanesque. Je ne puis mieux l’exprimer qu’avec une image absurde:
c’est comme si l’Etre Aimé était devenu le produit parfait, toujours désiré,
toujours payé mais jamais vraiment consommé. L’auto-négation de l’amour romanesque
s’harmonise parfaitement avec l’auto-négation du capitalisme. Loin de se
contenter de moralité ou de chasteté, le capital exige la pénurie, pénurie de
la production et du plaisir érotique. La religion, en interdisant la
sexualité, a conféré une aura de prestige à l’abstinence. Le capitalisme occulte
la sexualité et l’infuse de désespoir."
L' Amour-obsession . Hakim Bey
http://www.anarchisme-ontologique.net/
11 de abril de 2017
3 de março de 2017
27 de fevereiro de 2017
25 de fevereiro de 2017
Dos meus ácaros...
Para quem quiser ler e até baixar, O MANUAL DO FISIONOMISTA está no meu Scribd.
Em 2004
Minha biblioteca, relativamente à sua área, não é muito
pobre. Tenho Freud, quase completo. Wilhelm Stekel, cinco volumes e obras
esparsas. Gosto muito dele! Tenho Kretschmer, A Histeria. Mira y
López... os velhos quatro gigantes e seu tratado. Tenho Jung, Os tipos
psicológico, um tal de Chaves da Caracterologia de Gaillat, muito
interessante. Ah! Tenho um outro que pouca gente conhece! Lembra do caso
Schreber? O juiz alemão sobre o qual Freud escreveu um volume inteiro? O maluco
que escreveu um diário? Pois é. O diário dele foi publicado em português. A edição é
nova, de 1995! As perícias da época foram incluídas. É muito, mas muito
interessante mesmo. Saiu com o nome Memórias de um doente dos nervos. Ed.
Paz e Terra, Rio de Janeiro. Na verdade, há muito mais. Mantegazza, o
psicólogo, por exemplo, quase tudo. Livros bem velhinhos, cheios de mofo.
Bem como eu gosto. É que leio de tudo. Sou onívora. Não escapa nem bula de
remédio!
Reencontro
O acaso. O inexorável.
O inesperado encontro com Rute, a quem eu não via desde idos de 2000, e com a tela que pintei há quase 20 anos, um estudo de frutas & panos.
O inesperado encontro com Rute, a quem eu não via desde idos de 2000, e com a tela que pintei há quase 20 anos, um estudo de frutas & panos.
16 de janeiro de 2017
É que
Simplesmente às vezes não se tem mesmo nada a dizer
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