16 de junho de 2011
12 de junho de 2011
Estava Escrito
5 de junho de 2011
Intuição
Há uma realidade ao menos que nós compreendemos todos por dentro, pela intuição, e não pela simples análise. É nossa própria pessoa, durando através do tempo. É nosso eu que dura. Nós podemos não simpatizar intelectualmente, ou antes, espiritualmente, com nenhuma outra coisa. Mas nós simpatizamos, seguramente, com nós mesmos. BERGSON, Henri. La pensée et Le mouvant, Presses Universitaires de France, Paris, 1950, 27ª. Ed., p. 182.
31 de maio de 2011
29 de maio de 2011
27 de maio de 2011
8 de maio de 2011
Saudade
3 de maio de 2011
1 de maio de 2011
Memória
Porque a memória é o que resiste ao tempo e a seus poderes de destruição, e é algo assim como a forma que a eternidade pode assumir nesse incessante trânsito. E ainda que nós (nossa consciência, nossos sentimentos, nossa dura experiência) nos modifiquemos com os anos, e também nossa pele e nossas rugas vão se convertendo em prova e testemunho desse trânsito, há algo em nós, bem lá dentro, em regiões muito escuras, aferrado com unhas e dentes à infância e ao passado, à raça e à terra, à tradição e aos sonhos, que parece resistir a esse trágico processo: a memória, a misteriosa memória de nós mesmos, do que somos e do que fomos.
http://pt.scribd.com/doc/6921998/ernesto-sabato-sobre-herois-e-tumbas
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