15 de agosto de 2010

Escravos e Livres

Todos os homens se dividem, como em todos os tempos até nossos dias, em escravos e livres; pois quem não tiver para si dois terços de seu dia é um escravo, seja ele, de resto, o que quiser: político, comerciante, funcionário, erudito.
Nietzsche

12 de agosto de 2010

Não digas

Não digas onde acaba o dia.
Onde começa a noite.
Não fales palavras vãs.
As palavras do mundo.
Não digas onde começa a Terra,
Onde termina o céu
Não digas até onde és tu.
Não digas desde onde és Deus.
Não fales palavras vãs.
Desfaze-te da vaidade triste de falar.
Pensa,completamente silencioso,
Até a glória de ficar silencioso,
Sem pensar.
Cecília Meireles

8 de agosto de 2010

Adeus

Nenhuma outra palavra aparece mais do que esta, seja no plural, seja no singular, escrita nas sepulturas.

7 de agosto de 2010

Positivismo

Túmulo de Júlio de Castilhos, no Cemitério da Santa Casa de Misericórdia, Porto Alegre, RS.

6 de agosto de 2010

28 de julho de 2010

Verdade e Mentira

A leis de Manu começam por exortar a testemunha, nos mais solenes e patéticos termos, a dizer toda verdade, nada senão a verdade, – porque “aquele que houver prestado um falso testemunho será precipitado nos mais tenebrosos abismos do inferno”. Segue-se a descrição desses tenebrosos suplícios. Depois, não é sem surpresa que lemos: “todas as vezes que a declaração da verdade puder causar a morte de um sudra, de um vaixá, de um xátria ou de um brâmane, se se tratar de uma falta cometida num momento de loucura, e não de um crime premeditado, uma mentira é preferível à verdade”. – Eis o princípio inconsciente de acordo com o qual nossos jurados respondem tão freqüentemente não, apesar de pensarem sim. Vê-se que a teoria das restrições mentais remonta ao alto passado.
Gabriel Tarde, em nota da obra A Criminalidade Comparada.

25 de julho de 2010

17 de julho de 2010

Imagens

Imagens minhas de todo dia.

16 de julho de 2010

Espírito das Leis

A liberdade é o direito de fazer aquilo que as leis permitem.
Montesquieu. Esprit des Lois, Liv. XI, cap. III.

Para que serviria a política, se não se pudesse alcançar com ela, pelas vias oblíquas, o objetivo que não se pode atingir pela linha reta?
JOLY, Maurice. Dialogue aux enfers entre Maquiavel et Montesquieu. Calmann Levy, Paris, p. 100.